Simplesmente abandonei. Abandonei meus julgamentos, meus rancores, mágoas e problemas. Eu não tenho problemas, eu os invento. E a partir de agora eu elimino e apago um problema. Ele tem nome e sobrenome: ferida aberta e mal curada. Ferida, que ferida? Já passaram tanto remédio nela que não há nem mais cicatriz. Há só uma lembrança celular de tudo o que foi bom. Mas agora tudo de bom que um remédio só fez, outros divididos vão fazer e vão dar o mesmo efeito. Porque esses remédios variados tem a capacidade de curar feridas de tamanhos variados e o outro remédio que fazia tudo de uma vez só era raro de dose pouca e já se acabou. Mas não tem o menor problema ele ter acabado. Existem outros, e muitos outros. Existem uns mais eficazes e quando em solução e dose certa são MUITO MELHORES, e assim eles curam a maior ferida que já houve em mim. Esses remédios se chamam amigos, e a minha maior ferida é o excesso de um desses remédio. Mas agora tudo está curado. Obrigada meus remédios.
Texto dedicado a Matheus Barboza, Ana Caroline de Paula, Lorena Isabelle, Carolina Oliveira, Larissa Amaro e Djonny Araki.
Centésima Postagem.
2 comentários:
Você que é remédio pra dias ruins *-*
te amo ♥
Isso tudo é quase efeito placebo...eu sou seu remédio. E você o meu! Obrigada minha flor de maracujá!!
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