Nua. Fraca. Na escuridão. Sozinha. Pequena. Fragilizada. Quebrada em versos que não saem da boca daquela simples cidadã comum. Esmorecida com a vida e se fazendo vítima para o mundo. Esculachada na praça publica da própria mente, perdeu o rumo do certo e do errado, e agora? Agora ela tenta viver o passado.
Nostalgicamente derretida em fatos não vividos. Absolutamente doente, onde o vírus é o próprio pensamento, e o remédio, é ele mesmo. Catarina está só nela mesma. Abandonada por ela mesma. Afundada no próprio mar. E ainda se faz vítima de si mesma para si mesma.
Até onde vai o ser humano?
Fingindo um mal estar, que de tanto fingir acredita que realmente sofre, e não pensa que a vida tem que continuar, sofrendo ou não. Catarina vê, mas não enxerga. Fala, porem não diz. Catarina Sofre e nunca amou para isso. Ela sofre pelo não vivido, pelo amor não tido, pela distancia inexistente e pela lembrança que nem conseguiu ser esquecida, ela não ocorreu.
Soluções?
Eu também não tenho. Mas hoje eu exponho o problema, quem sabe outro dia Catarina encontre uma solução?
Um comentário:
Não me canso de ler seus textos...Ahh... =]
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