sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Novidade

            Estive pensando porque um dia eu deixei de escrever dissertações rebeldes sobre o mundo e fui escrever prosas e versos sobre sentimentos humanos que sempre serão sentidos. Depois de pensar por umas 2 horas e meia eu entendi. Como nós vamos entender a vida e os problemas do mundo, se nós não entendemos quem somos, o que sentimos, o que fazemos e porque fazemos? É esse foi o motivo de um dia o “Passado no Presente, Futuro” crítico, rebelde e engajado com questões sociais um dia virou um “Passado no Presente, Futuro” sentimental, doloroso, amoroso, em crise existencial por não saber quem se é. Achei importante expor aqui coisas que muitos de nós já sentimos como dores de amor antes de falar sobre nossos problemas sociais de novo código florestal. Mas é o seguinte, senti vontade de mesclar. De falar sobre os dois problemas. Porque vivemos os dois, sentimos os dois, e somos os dois. Então a partir de hoje aqui se falaram sobre problemas sociais e sentimentais que se passam no Passado no Presente e eu espero que não passemos no Futuro.

Nenhum comentário: