sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E é isso ai.

E como se já não bastasse toda a auto enganação, ainda tinha uma pressão que me dizia o que fazer, e eu seguia cegamente.  Pois bem a pressão acabou, eu abri os olhos e vi aquela pressão vagabunda e chula como algo que foi bom enquanto durou, pois me ajudou em muita coisa, mas agora que ela está distante eu não faço questão nenhuma que volte, estou bem tomando minhas decisões, sozinha. E em uma dessas decisões que eu me deixei levar, estava talvez a mais importante da minha vida.
E eu por falta de coragem de enfrentar aquela desgraçada pressão concordei em fazer da minha vida o que ELA achava correto. E eu não discrimino a opção dela, e não que aquela oportunidade não me atraísse, mas ela fugia em certa parte do meu sonho e da minha expectativa de vida. Eu ouvia dela em um cochicho baixo: “vamos faça história, você vai gostar você não quer mudar a cabeça das pessoas? se você entrar em uma sala de aula você tem a cabeça de vários adolescentes em suas mãos sujeitos a sua ideologia” e sim isso me tentava. O fato só de pensar que eu conseguiria abrir os olhos das pessoas pras coisas que todo mundo enxerga, mas não vê, me era tão tentadora que por um ano eu realmente acreditei que aquilo era mesmo o que eu queria.
Porém, á uns quatro meses eu comecei a rever alguns conceitos. Desde que eu me afastei daquela tal “pressão” e que o meu sonho se tornou grande parte da minha vida e do meu tempo de trabalho e prazer, eu comecei a imaginar como aquilo seguiria na minha vida daqui pra frente se eu decidisse seguir as orientações da pressão. E vi então que o meu sonho não existiria da forma que o imagino. Ele não seria reconhecido, nem lembrado e talvez nem vivido. E a partir daí eu decidi que agora as coisas vão funcionar do meu jeito. E sim se o que eu quero é fazer musica é isso que eu vou fazer, e eu vou mudar a cabeça das pessoas por ai através do meu sentimento expresso nas minhas melodias e na força do meu cantar. E o problema é da pressão se ela se decepcionar com isso, eu vou fazer da minha vida o que eu acho correto. E sim, eu acho correto fazer história, mas não da forma que a pressão me dizia, eu vou fazer parte da história eu vou viver ela, eu vou cantar pra ela, e dessa forma eu vou deixar meu nome para que todos escutem se for de interesse deles. E é isso ai, vou sonhar e continuar mareando nas minhas utopias, mas agora eu vou é fazer MÚSICA.









Este post é um desabafo meu sobre o que vem acontecendo comigo, talvez alguns leitores nao entendam mas eu precisava expor isos para que o mundo veja qual a minha decisão. Obrigada.

Um comentário:

disse...

Siga seus sonhos minha querida...De uma maneira ou de outra você dará um jeito de fazer história. E eu estarei lá para dizer que tive o privilégio de te conhecer e de assistir seus sonhos virarem realidade!!