E depois de muito conversar, rir, chorar, reclamar, agradecer, silenciar, cantar e gesticular, elas continuam com as mesmas dúvidas. Claro que durante as 5 horas que fizeram isso muita coisa mudou e passou pela cabeça das duas, mas na mente de uma há uma grande pergunta: “O que fazer?” e na consciência da outra há um emaranhado de responsabilidades, medos, vontades e possibilidades. A solução para tudo isso está dentro delas e só elas podem responder as próprias perguntas, mas mesmo assim ficam perguntando uma para outra, o que devem e como devem agir. E assim foi a noite dessas duas amigas, irmãs e cúmplices, elas passaram das 5 até as 10 horas da noite deitadas em uma cama de solteiro a confabular sobre a vida, para no fim se sentirem momentaneamente melhores com seus sentimentos, mas as perguntas continuam ali, o que elas devem fazer?
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